Imagens de câmeras de segurança mostram o momento em que Dayane de Jesus, de 22 anos, passa mal durante treino em uma academia no Rio de Janeiro. Apesar de ter sido socorrida por frequentadores, ela não resistiu. A causa da morte ainda não foi esclarecida.
A tragédia ocorreu dentro de uma unidade que, segundo a Polícia Civil, não possuía um desfibrilador — equipamento obrigatório para locais com grande circulação de pessoas e prática de atividades físicas. O estabelecimento foi interditado por descumprimento de normas administrativas relacionadas ao atendimento de emergência.
De acordo com testemunhas ouvidas durante a investigação, um aluno da academia, que é médico, tentou prestar os primeiros socorros e solicitou um desfibrilador. No entanto, foi informado por funcionários que o equipamento não estava disponível na unidade.
A ausência do desfibrilador pode ter comprometido as chances de sobrevivência da jovem. A Polícia Civil segue apurando o caso e aguarda o laudo do Instituto Médico Legal (IML) para determinar a causa da morte.
O caso reacende o debate sobre a responsabilidade de academias e outros estabelecimentos voltados à prática de atividades físicas em garantir estrutura adequada de emergência para seus usuários.

