Um relatório recente do Departamento de Estado dos Estados Unidos expôs uma realidade alarmante sobre a Coreia do Norte. Segundo o documento, a simples posse de uma Bíblia é tratada como crime contra o Estado e pode resultar em punições extremas, incluindo prisão perpétua, que atingem não apenas o indivíduo, mas toda a família.
De acordo com o relatório, um bebê de apenas dois anos teria sido supostamente condenado junto com os pais por causa da posse do livro sagrado, evidenciando o nível de rigor e repressão adotado pelo regime contra qualquer expressão de fé religiosa.
Estimativas indicam que cerca de 70 mil pessoas vivem atualmente em campos de prisioneiros no país por motivos religiosos, submetidas a trabalhos forçados, torturas e graves violações de direitos humanos.
Informações da Organização das Nações Unidas confirmam que não há liberdade religiosa na Coreia do Norte. O governo norte-coreano ainda estimula denúncias entre vizinhos e familiares como forma de vigilância e repressão, impedindo qualquer prática religiosa realizada de maneira clandestina.

